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SEM PALAVRAS

Escrevo na Revistinha Ria há muito tempo.

Compartilhei com os leitores, em 100 palavras, minhas buscas, minhas dúvidas, meus sentimentos. Em muitos momentos, deixei minhas emoções aflorarem totalmente nuas, como que fazendo terapia, não em um divã, mas numa revista.

Mais recentemente, passei a compartilhar um caminho – em 100 passos – que almeja levar a uma vida com plenitude.

Para mim, escrever na Revistinha Ria é um privilégio, um presente; já faz parte do que sou. Mesmo assim, duas semanas atrás, confessei ao Nivaldo, criador e editor da Ria, que sentia falta de um espaço como o que tive, por mais de 25 anos, no extinto diário “Imprensa Livre”, no qual abordava temas variados, da Política ao Humor. O Nivaldo, na hora, abriu esse espaço. Fiquei sem palavras!

Assim surgiu esta coluna, que não poderia batizar de outra forma: “Sem Palavras”.

Aqui tentarei abordar fatos da atualidade e do passado, casos e “causos” reais ou imaginários, todos com potencial para nos deixar sem palavras.

O primeiro tema abordará as drogas (e o abuso delas). Nessa área, tudo…TUDO está errado: do conhecimento delas, do que é adicção, do que é dependência, do que é co-dependência, até seu “tratamento”. Mas tudo sempre pode piorar… De fato, o dito “combate” às drogas ultrapassa qualquer superlativo possível para “errado”. Não é para ficar sem palavras?

O segundo tema abordará o Trânsito. Também fico sem palavras, ao constatar que 50 mil mortes por ano parecem não elevar esse assunto ao patamar de preocupação que deveria merecer.

Pensando bem, isso não deveria me causar nenhum espanto. O que esperar de um povo que, diante de uma Pandemia que já matou quase 200 mil brasileiros, classifica essa verdadeira peste de…gripezinha?

Sem palavras…

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